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Alagoas Digital apresenta programas de inclusão digital
Experiencias em TI de São Paulo, Paraná e Rio de Janeiro são apresentadas durante evento.
Os programas de inclusão digital dos governos de São Paulo, Paraná e
Rio de Janeiro foram apresentados, ontem, no evento Alagoas Digital.
Para falar dos programas das respectivas cidades estavam o coordenador
do “Acessa São Paulo” da Secretaria de Estado da Gestão Pública,
Antônio Carlos Oliveira, o diretor de Desenvolvimento da Companhia de
Informática do Paraná — Celepar, Henrique Miorelli e o diretor
presidente do Centro de Tecnologia da Informação e Comunicação —
Proderj, Paulo César Coelho.
Antônio Carlos fala com propriedade sobre o programa Acessa São Paulo, que com oito anos de existência já possui 37 milhões de atendimentos, um milhão e meio de usuários cadastrados, quantidade equivalente à população do estado de Tocantins, 484 pontos de acesso a Internet e 34 postos.
Segundo ele o objetivo é melhorar a qualidade de vida da população de baixa renda e treiná-los para o mercado de trabalho. “Inclusão digital se faz com gente, em cada posto possui ao menos um receptor, não considero os projetos de inclusão digital que deixam o usuário com o computador sem orientação alguma, este tipo de trabalho deve ser feito por lan houses e não pelo governo”, afirmou o coordenador do Acessa.
O Acessa São Paulo possui cinco módulos a serem trabalhados em 70 horas cada, com aulas presenciais e a distância, os postos possuem de 5 a 10 computadores e internet com no mínimo 512 kbps de velocidade.
“Os telecentros se tornam indispensáveis à comunidade, pois disponibilizamos impressoras para impressão de currículos, mostramos os serviços de governo como acesso à conta de luz, boletim de ocorrência, matrícula via web, tudo isso faz com que a própria comunidade solicite sempre ao governo a manutenção daquele espaço”, prossegue Antônio Carlos.
O representante do Paraná, Henrique Miorelli falou sobre os telecentros Paranavegar, localizados estrategicamente em regiões de baixo IDH. Uma marca do Paranavegar é a economia que gera para o governo ao adotar computadores com Software Livre, “Esperamos durante dois anos que empresas de software proprietário nos desse a licença prometida, como o projeto pedia urgência resolvemos adotar o software livre que possibilita direcionar verbas destinadas a licença para serem gastas com áreas prioritárias como saúde, educação e segurança pública”, revela Miorelli .
Outro aspecto do Paranavegar são as instalações dos telecentros, são 140 telecentros dos quais 65 se encontram em cidades de baixa renda e 75 instalados como bibliotecas cidadãs, telecentros que também funcionam como biblioteca, instaladas inicialmente com dois mil livros cada.
A prioridade do programa também está no desenvolvimento econômico da sociedade, “Treinamos pessoas da comunidade para serem monitores dos telecentros, pois sabemos que desta maneira há um acolhimento melhor entre monitor e aluno, além de garantir um currículo melhor para estes monitores, pois todos eles conseguem ficar empregados, ao total são 250 mil monitores”, revela Miorelli.
Cidade Digital- Paulo César Coelho apresentou a realidade do Rio de Janeiro, destacando a cidade de Piraí a primeira cidade digital do país, que conseguiu triplicar sua renda a partir dos projetos de inclusão digital. “Com o projeto de cidades digitais, Piraí recebeu 18 novas indústrias, 4 mil novos empregos, 5 vezes mais arrecadação de ICMS, estamos implantando o projeto em mais sete cidades do Rio de Janeiro, a idéia é democratizar a internet a partir do acesso livre”, conta Paulo Coelho.
Na totalidade de programas de inclusão digital do Rio de janeiro, Paulo revela que a partir deles o estado conseguiu fazer com que 100% das matrículas escolares foram feitas via internet. Paulo revela ainda que os projetos de inclusão digital só se tornaram realidade graças a uma infovia implantada a quatro anos atrás, “O governo não pode prosseguir com projetos de inclusão digital sem possuir uma infovia com bons links de acesso.”, finalizou.
Antônio Carlos fala com propriedade sobre o programa Acessa São Paulo, que com oito anos de existência já possui 37 milhões de atendimentos, um milhão e meio de usuários cadastrados, quantidade equivalente à população do estado de Tocantins, 484 pontos de acesso a Internet e 34 postos.
Segundo ele o objetivo é melhorar a qualidade de vida da população de baixa renda e treiná-los para o mercado de trabalho. “Inclusão digital se faz com gente, em cada posto possui ao menos um receptor, não considero os projetos de inclusão digital que deixam o usuário com o computador sem orientação alguma, este tipo de trabalho deve ser feito por lan houses e não pelo governo”, afirmou o coordenador do Acessa.
O Acessa São Paulo possui cinco módulos a serem trabalhados em 70 horas cada, com aulas presenciais e a distância, os postos possuem de 5 a 10 computadores e internet com no mínimo 512 kbps de velocidade.
“Os telecentros se tornam indispensáveis à comunidade, pois disponibilizamos impressoras para impressão de currículos, mostramos os serviços de governo como acesso à conta de luz, boletim de ocorrência, matrícula via web, tudo isso faz com que a própria comunidade solicite sempre ao governo a manutenção daquele espaço”, prossegue Antônio Carlos.
O representante do Paraná, Henrique Miorelli falou sobre os telecentros Paranavegar, localizados estrategicamente em regiões de baixo IDH. Uma marca do Paranavegar é a economia que gera para o governo ao adotar computadores com Software Livre, “Esperamos durante dois anos que empresas de software proprietário nos desse a licença prometida, como o projeto pedia urgência resolvemos adotar o software livre que possibilita direcionar verbas destinadas a licença para serem gastas com áreas prioritárias como saúde, educação e segurança pública”, revela Miorelli .
Outro aspecto do Paranavegar são as instalações dos telecentros, são 140 telecentros dos quais 65 se encontram em cidades de baixa renda e 75 instalados como bibliotecas cidadãs, telecentros que também funcionam como biblioteca, instaladas inicialmente com dois mil livros cada.
A prioridade do programa também está no desenvolvimento econômico da sociedade, “Treinamos pessoas da comunidade para serem monitores dos telecentros, pois sabemos que desta maneira há um acolhimento melhor entre monitor e aluno, além de garantir um currículo melhor para estes monitores, pois todos eles conseguem ficar empregados, ao total são 250 mil monitores”, revela Miorelli.
Cidade Digital- Paulo César Coelho apresentou a realidade do Rio de Janeiro, destacando a cidade de Piraí a primeira cidade digital do país, que conseguiu triplicar sua renda a partir dos projetos de inclusão digital. “Com o projeto de cidades digitais, Piraí recebeu 18 novas indústrias, 4 mil novos empregos, 5 vezes mais arrecadação de ICMS, estamos implantando o projeto em mais sete cidades do Rio de Janeiro, a idéia é democratizar a internet a partir do acesso livre”, conta Paulo Coelho.
Na totalidade de programas de inclusão digital do Rio de janeiro, Paulo revela que a partir deles o estado conseguiu fazer com que 100% das matrículas escolares foram feitas via internet. Paulo revela ainda que os projetos de inclusão digital só se tornaram realidade graças a uma infovia implantada a quatro anos atrás, “O governo não pode prosseguir com projetos de inclusão digital sem possuir uma infovia com bons links de acesso.”, finalizou.







